Filed under: _14. os livros e os sitios
John L. Walters
Creative Music Design
Eye Magazine nº63
Nick Zangwill
Music, Metaphor and Emotion
The Journal of Aesthetics and Art Criticism Vol.65 nº4/2007
Robin Richmond
The Look of Web 2.0
Eye Magazine nº66
Khoi Vinh
Baby Steps
Eye Magazine nº66
Rick Poynor
Myspace – Digital Self-Obsession
Eye Magazine nº63
Anne Odling-Smee
Interview with Ken Garland
Eye Magazine nº 66
Andrew Robertson
See Music – The Alchemy of Interpretation
Eye Magazine nº 61
Rick Poynor
Surrealism and Design – Part One – Dark Tools of Desire
Eye Magazine nº63
Fraser Muggeridge – Profile
Grafik Magazine nº159
Hey Ho – Galaade Éditions
Grafik Magazine nº159
Marek Kohn
Knowledge Maps
If/then
Editora Bis
Peter Saville
Confessions of an Art Defector
Grafik magazine 159
Charlotte & Peter Fiell
Graphic Design Now
Taschen
O Valor do Design
Guia ADG Brasil de Prática Profissional do Designer Gráfico
Editora Senac
Franz Kafka
Os Filhos – três histórias
Assírio & Alvim
Rojo – Sieve
Beautiful Stains
Sintonison S.L.
Julius Wiedemann
Web Design: Music Sites
Taschen
http://en.wikipedia.org/wiki/Vaughan_Oliver
http://www.leninimports.com/vaughan_oliver_biography.html#vobiog
http://www.leninimports.com/vaughan_oliver_gallery.html#vogall
http://www.leninimports.com/vaughanoliver1.html#top
http://en.wikipedia.org/wiki/Damien_Hirst
http://www.designmuseum.org/design/jonathan-barnbrook?print=1
http://tralfaz-archives.com/coverart/coverart.html
http://www.actionscript.org/resources/articles/89/2/Arrays-in-ActionScript/Page2.html
http://www.lifehack.org/articles/lifehack/6-reasons-on-why-are-you-procrastinating.html
http://www.psychologytoday.com/rss/pto-20030823-000001.html
http://www.youtube.com/watch?v=37wR_TWdVy0
Alguns exemplos de materiais, dobras e encaixe das capas analisadas
Experiência com ímanes
Primeira capa em serapilheira – cosida à mão
Segunda capa em serapilheira – cosida à máquina
Moldes para o stencil da capa
Teste do stencil sobre cartão
Teste do stencil em castanho e preto sobre serapilheira
Testes de cor para impressão da capa
Filed under: _12. a invenção
Depois de ler “A Metamorfose”, de Franz Kafka, estabeleci algumas comparações entre os problemas de comunicação da família retratada e a minha experiência pessoal. Daí surgiu a ideia de criar uma ferramenta virtual capaz de tratar da comunicação, uma espécie de bot com várias respostas programadas, que “conversa” com o cliente, dizendo-lhe sempre o que ele quer ouvir.
Filed under: _10. a conclusão
Nesta fase final, posso dizer que descobri da pior forma que a premissa em que assentou todo o trabalho estava errada. Penso que, depois de analisada a minha experiência, a cooperação com o cliente acabou por dificultar e prolongar o trabalho.
O resultado que obtive foi obviamente condicionado pelas pessoas nele envolvidas. Houve, com certeza, falhas de ambas as partes, tanto dos elementos da banda como minhas. Outra das condicionantes foi o facto de este ser um trabalho gratuito. Todo o trabalho acabou por tornar-se num favor que eu fiz à banda e noutro que a banda me fez a mim. Esforcei-me por levar o projecto de forma a que todas as decisões fossem tomadas em conjunto. No entanto, agora vejo que talvez o método habitual de mostrar o projecto durante a sua evolução possa suscitar um feedback positivo mais facilmente do que se expusermos apenas uma ideia para discussão.
Por outro lado, não podemos esquecer o facto de que este trabalho foi para uma banda de garagem em início de carreira. Os seus objectivos, bem como a imagem que desejam transmitir ainda não estão claramente definidos. Hoje em dia, a maioria dos designers já não tem a mesma sorte que Vaughan Oliver há uns anos, quando muitas das bandas não tinham grande preocupação quanto à sua imagem. Hoje, personalização é a palavra-chave. Os artistas esforçam-se por afirmar a sua individualidade cada vez mais através da imagem. A roupa que vestem, o penteado que usam, as letras das músicas, as capas dos álbuns, tudo faz parte daquilo que querem transmitir ao exterior. É aqui que o papel do designer se revela fulcral. No entanto, como criar uma imagem sem saber o que o artista quer transmitir através dela?
Filed under: 9. o quarto brainstorming
Foi nesta altura que o João sugeriu que o packaging do álbum fosse feito em serapilheira, sendo o nome da banda aplicado em stencil. No interior ficaria então a capa de cartão com uma ilustração alusiva à banda impressa na frente.
Mais tarde, experimentei coser serapilheira à máquina. Escolhemos então o lettering para nome da banda e testámos a sua aplicação sobre a serapilheira.
Experimentámos também a utilização dos ímanes, descobrindo afinal que esta solução era pouco viável, visto que estes não possuíam força suficiente.
Filed under: 8. o segundo brainstroming
Nesta fase, fui informada da mudança de baixista. Felizmente, esta mudança não causou grande impacto no trabalho, visto que o novo membro não revelou interesse em dar qualquer tipo de opinião.
Definimos então algumas ideias para a concepção do website. Partimos da ideia do abstraccionismo total, onde seria criado um espaço em que a interacção seria mais intuitiva, convidando o utilizador à exploração do ambiente. No entanto, esta ideia acabou por ser transformada em algo totalmente diferente, o espaço já seria o de uma casa inteiramente desenhada à mão, onde o utilizador poderia explorar as várias salas através da movimentação de um personagem pelo espaço. Esta fase do trabalho suscitou bastante discussão, visto que os membros da banda dificilmente entraram em acordo sobre o que realmente queriam.
Filed under: 7. o segundo brainstorming
Durante a conversa, fiquei a saber que a banda resolveu mudar o nome para “Karsk”, ou seja, “Café com Cheirinho” em Norueguês. Estivemos também a debater que tipo de fotos de grupo iriam ser tiradas. Surgiram várias ideias, como reunir a banda dentro de um Fiat Uno apinhado de instrumentos e amplificadores, a tocar curvados debaixo de um vão de escada ou até com o baterista a costurar. Mais tarde apercebi-me de que foi tempo perdido, visto que se revelou impossível juntar todos os membros da banda no mesmo local quando não há um concerto.
Durante este brainstorming, foram também experimentadas várias formas de dobragem da capa do álbum e posta a hipótese de unir ambas as faces com ímanes.
Pesquisámos também na web em busca de ideias para a ambiência do site da banda.
Filed under: 6. o primeiro brainstorming
Antes do primeiro brainstorming com a banda, tentei munir-me de alguns exemplos que me pudessem ajudar a perceber o que eles pretendiam. Reuni uma selecção de capas de álbuns, bem como cartazes e algumas imagens alusivas a bandas e pedi-lhes que seleccionassem as que mais lhes agradassem.
Levei também alguns materiais como hipótese para a embalagem do álbum (cartão, papel kraft, etc.) e todos concordámos que o cartão era a melhor hipótese. Analisámos então os vários exemplos de esquemas de cores impressos no cartão e concordámos que os tons ocres eram a melhor opção.
Passámos então à discussão sobre o logotipo, a que suscitou a maior divergência de opiniões. O João e o Rui mostraram-me capas de alguns álbuns e vinis que iam dos Doors a Bright Eyes, passando por várias bandas que nem eles próprios chegaram a ouvir, visto que muitos dos discos já pertenceram aos pais. Foi então que me apercebi que ainda não tinha existido qualquer tipo de discussão entre eles no que toca à imagem que pretendem transmitir. Enquanto um sugeria um estilo vintage, o outro achava que deviam ser mais plásticos, com formas mais abstractas. Mais tarde um sugere um estilo seventies e o outro diz que isso lembra disco music. Durante esta fase de discussão, resta-me apenas observar e tentar intervir com sugestões pertinentes de forma a orientar as ideias no sentido mais conveniente, tentando fugir do cliché sempre que possível e perceber o que cada um deles gosta e quer realmente fazer.
Foi então que o João me mostrou alguns sketches que já tinha feito a pensar na ambiência da banda. Pareceu-me ter conseguido criar um estilo interessante e bastante adaptado ao género de música que a banda toca. Trouxe comigo os desenhos para passar à digitalização e ver de que forma consigo fazê-los funcionar num ambiente multimédia.




Filed under: 5. a apropriação de Damien Hirst
Pretendo explorar mais a fundo este assunto mas, por enquanto, deixo aqui o lembrete retirado da wikipedia, mas que me abre caminho para uma pesquisa mais a fundo.
Work philosophy
Although Hirst participated physically in the making of early works, he has always needed assistants (Carl Freedman helped with the first vitrines), and now the volume of work produced necessitates a “factory” setup, akin to Andy Warhol’s or a Renaissance studio. This has led to questions about authenticity, as was highlighted in 1997, when a spin painting that Hirst said was a “forgery” appeared at sale, although he had previously said that he often had nothing to do with the creation of these pieces.
Hirst said that he only painted five spot paintings himself because, “I couldn’t be fucking arsed doing it”; he described his efforts as “shite”—”They’re shit compared to … the best person who ever painted spots for me was Rachel. She’s brilliant. Absolutely fucking brilliant. The best spot painting you can have by me is one painted by Rachel.” He also describes another painting assistant who was leaving and asked for one of the paintings. Hirst told her to, “‘make one of your own.’ And she said, ‘No, I want one of yours.’ But the only difference, between one painted by her and one of mine, is the money.’” By February 1999, two assistants had painted 300 spot paintings.
Hirst sees the real creative act as being the conception, not the execution, and that, as the progenitor of the idea, he is therefore the artist:
“ Art goes on in your head,” he says. “If you said something interesting, that might be a title for a work of art and I’d write it down. Art comes from everywhere. It’s your response to your surroundings. There are on-going ideas I’ve been working out for years, like how to make a rainbow in a gallery. I’ve always got a massive list of titles, of ideas for shows, and of works without titles. ”
Hirst is also known to volunteer repair work on his projects after a client has made a purchase. For example, this service was offered in the case of the suspended shark purchased by Steven A. Cohen.
Appropriation
In 1999, chef Marco Pierre White said Hirst’s Butterflies On Mars had plagiarised his own work, Rising Sun, which he then put on display in the restaurant Quo Vadis in place of the Hirst work.
In 2000, Hirst was sued for breach of copyright over his sculpture, Hymn, which was a 20 foot, six ton, enlargement of his son Connor’s 14″ Young Scientist Anatomy Set, designed by Norman Emms, 10,000 of which are sold a year by Hull-based toy manufacturer Humbrol for £14.99 each. Hirst paid an undisclosed sum to two charities, Children Nationwide and the Toy Trust in an out-of-court settlement, as well as a “good will payment” to Emms. The charitable donation was less than Emms had hoped for. Hirst also agreed to restrictions on further reproductions of his sculpture.
In 2006, a graphic artist and former research associate at the Royal College of Art, Robert Dixon, stated Hirst’s print Valium had “unmistakable similarities” to one of his own designs. Hirst’s manager contested this by explaining the origin of Hirst’s piece was from a book The Penguin Dictionary of Curious and Interesting Geometry (1991)—not realising this was where Dixon’s design had been published.
In 2007, artist John LeKay said he was a friend of Damien Hirst 1992–1994 and had given him a “marked-up duplicate copy” of a Carolina Biological Supply Company catalogue, adding “You have no idea how much he got from this catalogue. The Cow Divided is on page 647 – it is a model of a cow divided down the centre, like his piece.” This refers to Hirst’s work Mother and Child, Divided—a cow and calf cut in half and placed in formaldehyde. LeKay also claimed Hirst had copied the idea of For the Love of God from LeKay’s crystal skulls made in 1993, and said, “I would like Damien to acknowledge that ‘John really did inspire the skull and influenced my work a lot.’”
http://en.wikipedia.org/wiki/Damien_Hirst
Filed under: 3. a citação
I try to be invisible as a designer. I try not to have a style… I do have a style, though, because I have formulas. I just don’t impose a singular style on every job I do.
Fraser Muggeridge / Profile / Grafik Magazine 159
Filed under: 2. a proposta
Tema
Cooperação entre designer e cliente
1.Sujeito
Ideia
Partilha de opiniões, gostos, experiências e objectivos entre designer e cliente.
Motivação
Atingir um resultado final de projecto satisfatório para ambas as partes.
Problema
A falta de comunicação entre as partes envolvidas no projecto pode dificultar, encarecer e prolongar a duração da sua execução.
Erro
É habitual o designer ver rejeitada a sua proposta arduamente elaborada devido a pequenos pormenores que desagradam ao cliente. Isto poderia ser evitado havendo uma maior interacção e discussão durante as diferentes fases da metodologia projectual.
Intenção
Com este projecto pretendo preparar-me para o mercado de trabalho, utilizando diferentes ferramentas e técnicas e documentando as fases da minha aprendizagem e da descoberta do meu próprio método de trabalho através da tentativa e erro.
2.Cenário
O que é?
A minha proposta de trabalho consiste na criação da identidade gráfica de uma banda de garagem.
Para que serve?
A principal finalidade deste trabalho é o lançamento e promoção da banda, ou seja, fazer com que esta ganhe visibilidade junto de apreciadores do género, editoras potencialmente interessadas ou proprietários de locais para espectáculos.
Onde se situa?
A intenção inicial é de que o projecto culmine na criação de um website onde será exposto todo o trabalho desenvolvido. Será também elaborado um livro onde serão descritas as fases do projecto e as conclusões retiradas durante a sua elaboração.
Para quem se destina?
Como referido anteriormente, o website terá como público-alvo não só os fãs ou curiosos, como também servirá para a promoção da banda frente a potenciais editoras ou proprietários de locais para espectáculos.
Qual o contexto?
Este projecto insere-se no contexto da música experimental, uma área na qual sempre desejei trabalhar.
3. Modelo
Tarefas do designer
- promover o brainstorming;
- apresentar ideias para discussão;
- propor soluções para eventuais problemas
- promover um bom ritmo de trabalho
- analisar opiniões e preferências do cliente
- esforçar-se por elaborar um trabalho satisfatório para ambas as partes
Fabricação
Documentação
Esquissos
Disseminação do projecto
A disseminação do projecto poderá ser feita através de cartazes alusivos à banda ou distribuição de flyers aquando dos concertos. Em suma, o projecto será publicitado sempre que a banda o for, acabando mais tarde por se tornar quase independente.
4. Apresentação
Representação
Simulação do projecto
Mapeamento dos processos
- definição do estilo a utilizar nos vários objectos (cores, tipos de letra, formas, etc.);
- logótipo
- fotografias (estúdio e exterior);
- layout álbum;
- merchandise (t-shirts, postais, pins, stickers);
- layout website;
- layout myspace
Protótipo
Variações e declinações
Todas as fases do projecto estão sujeitas a alterações, visto que é pretendido que este seja bastante experimental e aberto à discussão.
Filed under: 1. a ideia
Através da criação deste blog, proponho-me descrever e ilustrar as várias fases de desenvolvimento do meu projecto global [ou projecto-tese].
Nesta fase inicial, já decidi qual será o tema sobre o qual me vou debruçar: a cooperação entre designer e cliente. Através da colaboração directa com os elementos de uma banda de garagem, conhecida como “Café com Cheirinho”, pretende-se desenvolver uma imagem gráfica apelativa para o público e os media, ao mesmo tempo que se mantém fiel aos gostos e interesses da banda.
A documentação das fases do projecto, com os seus sucessos e insucessos, servirá como mote para a elaboração de um livro em que poderei falar da minha experiência, aprendizagem e descoberta de uma forma que, espero eu, possa auxiliar outros designers que se encontrem na minha posição.


























